Quinta-feira, 22 de Outubro de 2009

KU – LIGADOS e Dis ruptus

psduea001
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Terça-feira, 20 de Outubro de 2009

IGNOTUS SARAMAGUS

SARAMAGO ESTRAGA O LEITE… não deixe sua vaquinha comer…

…quem beber o leite de sua vaquinha saramaga vai azedar…

..e ficar desconfiado do mundo….e da origem da vida..vai viver num inferno comunista….

saramagos

Cuidado com as verduras antigas..lave-as bem…

publicado por ANTITUDO às 10:20
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IGNOTUS SARAMAGUS

SARAMAGO ESTRAGA O LEITE… não deixe sua vaquinha comer…

…quem beber o leite de sua vaquinha saramaga vai azedar…

..e ficar desconfiado do mundo….e da origem da vida..vai viver num inferno comunista….

saramagos

Cuidado com as verduras antigas..lave-as bem…

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Quinta-feira, 15 de Outubro de 2009

ANTITUDO

 

Sexta-feira, 27 de Março de 2009

RESPOSTA A ROMEU C. REIS

Caro senhor
O mais provável é que nem o conheça...

Não sei a sua idade mas se fala da descolonização deve já ter passado dos cinquenta anos...

Ou então fala de cor..

Não sabe o que isso foi...
Fique sabendo, pois parece desconhecer, que os Povos do Ultramar Português incluindo os "colonos" lá fixados (importa distinguir colonos de colonialistas... o que muita gente não faz por sofisma) todos aspiravam à autodeterminação e independência...Não fora assim os Estado Unidos da América e em toda a américa do norte, central e do sul não se teriam tornado independentes e .muito por força do Movimento Garibaldi ... a que modernamente se chama Bolivarismo (de Simon Bolivar...) Não se esqueça da intervenção de Che Guevara e dos cubanos na guerra do Congo Kinshasa -donde saiu vitorioso Mobutu sobre Lumumba e Moisés Tchombé...Não se esqueça da Intervenção Cubana em Angola , após a Dipanda ( em defesa do MPLA - usurpador do poder em Luanda em 1975) ... Não se esqueça de que o conflito recente na Guiné Bissau engloba gente ligada ao narcotráfico no Equador,Venezuela, na Colombia... zona das FARC e similares...
Não se esqueça que a Descolonização Portuguesa foi efectuada no periodo final da detente, logo,na pujança do imperialismo soviético-cubano ( não foi por acaso que nas ex-colónias portuguesas brotaram regimes pró soviéticos...) e por pouco .. não fosse o 25 de Novembro - Franck Carlucci, Pires Veloso, Ramalho Eanes e Mário Soares... seriamos mais uma "coutada" do imperialismo sovietico cubano sob a batuta dos SUV- "força força companheiro Vasco" /Otelo Saraiva de Carvalho...

Seria Bom que não esquecesse o historial das "FP 25"...
E que também se lembrasse
que em Africa apenas a Etiópia foi sempre independente, e que a Libéria foi o primeiro pais africano a se tornar independente, em virtude dos Estados Unidos no final do Sec. XIX terem adquirido o território para devolver à Africa os descendentes norte americanos dos escravos que quisessem regressar ao continente mãe... e que o Segundo País a ser independente em Africa foi O "Estado Livre do Orange" em 1902, na sequencia da Guerra dos Boers - africans brancos descendentes de holandeses e ingleses .contra Sua Magestade a Coroa Britãnica.. e mais tarde dando origem à Africa do Sul...
Portugal precipitou-se ao descolonizar atabalhoadamente .. e não foi por culpa de Salazar nem de Caetano que a descolonização foi vergonhosa...Mas sim por culpa dos" colonialistas metropolitanos" por culpa daqueles senhores fardados que viveram e engordaram à custa do regime do Estado Novo e que no dia seguinte ao 25 de Abril de 1974. já eram mais anti fascistas que os verdadeiros anti-fascistas que ainda estavam no exilio ou nas cadeias da Pide... essa gente do "revira casaca" ..que é o motor para os saneamentos politicos nas escolas e universidades, e nos quarteis, essa gente tem o sangue inocente nas suas mãos, das vitimas da descolonização mal feita, Portugal tinha condições de fazer outra descolonização (porém não beneficiaria a URSS, nem Cuba...), e se o não pudesse sozinho podia pedir auxilio às Nações Unidas... foi o que veio a fazer decadas mais tarde no caso de Timor Leste....
Senhor Romeu, sobre a Descolonização, diga toda a verdade ou não faça figura triste ( mas se quiser continue como quiser- estamos num país ainda livre..eh! eh! além de que devo a si ter podido rebater este tema...).. é que ainda há muita gente viva que sabe toda averdade e sofreu na pele os erros do Processo de Descolonização... Savimbi Morreu !!! Mas felizmente deixou livros escritos... E Savimbi não era colono, nem colonialista.... Ah! E ombreou com Che Guevara no tempo da Upa...
renato gomes pereira


Este texto abaixo foi publicado no Jornal Terras do Ave - versão on-line...

A África, a Guerra e a Democracia

Romeu C. Reis

A Guiné foi cenário há pouco tempo de mais um episódio dramático em que perderam a vida o presidente Nino Vieira e o chefe do Estado Maior das Forças Armadas.É um acontecimento sem dúvida para lamentar que, somado ao narcotráfico, ao rapto frequente de crianças, à corrupção, nos deixa a meditar sobre a consistência, ou inconsistência, da estrutura institucional do Estado guineense.Perante isto, houve quem fosse peremptório a afirmar de imediato que a Guiné é um Estado falhado; e não se ficaram por aqui, ensaiaram logo a explicação de que tudo se devia ao processo de descolonização.No seu parecer, países houve que, sendo anteriormente colonizados por outras potências, que agiram melhor que Portugal, não ficaram nesta situação de difícil governabilidade e democracia frustrada.Com isto, dir-se-ia que mais não se pretende que não seja repisar a velha acusação de toda a direita portuguesa de que os processos de descolonização das colónias portuguesas foram um fracasso, por culpa dos que detinham o poder político no período que se seguiu ao 25 de Abril.Sobre isto, e para não nos alongarmos muito e não nos repetirmos também, lembremos apenas que descolonizações como as que ocorreram nas colónias portuguesas não são feitas unilateralmente pelo colonizador, nem se cozinham com ingredientes à escolha do cozinheiro. Em Angola, Moçambique, Guiné, Timor havia forças organizadas e armadas que controlavam já partes importantes dos respectivos territórios, e este factor exigia também que todas as descolonizações fossem negociadas de imediato e negociadas todas ao mesmo tempo, por ser insustentável para o país prolongar a situação de guerra e porque o colonialismo viola o direito internacional, e o novo regime democrático só podia agir de acordo com o direito internacional, sob pena de se desacreditar como regime.Os portugueses têm obrigação de saber que as descolonizações não se fazem quando se quer e como se quer, e, se porventura se esqueceram, lembrem-se do que aconteceu com Goa, Damão e Diu (o Estado da Índia, como a ditadura lhe chamava) que, no espaço de uns dias, foram ocupados pela Índia, sem que sequer nos tenham pedido licença para isso, vejam lá. Pior descolonização do que esta, concordarão os comentadores a que nos estamos a referir, é que certamente não há!Mas, voltando à Guiné e à sua situação actual, convém que os referidos comentadores não se esqueçam, pelo menos, de olhar em volta para os demais países africanos, porque, o que se vem escrevendo sobre a falência da democracia e do Estado guineense pode ser dito, e é-o efectivamente, da generalidade desses países.O que é preciso é ter presente que nestas questões tem que se ter em conta aquilo a que se pode chamar o espaço/tempo histórico-económico-civilizacional. Tal como não podemos pegar nos modos de produção e nas instituições económicas e políticas de uma sociedade tribal e aplicá-las numa sociedade capitalista desenvolvida, também o contrário não pode ser feito.A cada fase do desenvolvimento económico dos povos correspondem formas próprias de organização da economia, das instituições sociais e das estruturas do poder político.Na generalidade dos países africanos, o desenvolvimento industrial é muito incipiente e não há perspectivas de que a situação se modifique a curto, a médio e mesmo a longo prazo; não há uma vasta burguesia que faça da democracia ocidental a sua bandeira, como forma de combater as formas de exercício do poder anteriormente vigentes e impor instituições que potenciem o estabelecimento de relações de produção capitalistas.Tal só poderá vir a acontecer se antes se registar um longo percurso de desenvolvimento.Mas, para mal dos africanos, os seus países, saqueados e ressaqueados, por colonialistas e neocolonialistas, vivem, na sua maioria, em quase completa estagnação.Em vez de saúde e comida, querem-lhes dar democracia capitalista, mas parece-nos que eles só a aceitariam… … se isso fosse de comer…

tags: descolonização

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ANTITUDO

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ANTITUDO

 

Sexta-feira, 27 de Março de 2009

RESPOSTA A ROMEU C. REIS

Caro senhor
O mais provável é que nem o conheça...

Não sei a sua idade mas se fala da descolonização deve já ter passado dos cinquenta anos...

Ou então fala de cor..

Não sabe o que isso foi...
Fique sabendo, pois parece desconhecer, que os Povos do Ultramar Português incluindo os "colonos" lá fixados (importa distinguir colonos de colonialistas... o que muita gente não faz por sofisma) todos aspiravam à autodeterminação e independência...Não fora assim os Estado Unidos da América e em toda a américa do norte, central e do sul não se teriam tornado independentes e .muito por força do Movimento Garibaldi ... a que modernamente se chama Bolivarismo (de Simon Bolivar...) Não se esqueça da intervenção de Che Guevara e dos cubanos na guerra do Congo Kinshasa -donde saiu vitorioso Mobutu sobre Lumumba e Moisés Tchombé...Não se esqueça da Intervenção Cubana em Angola , após a Dipanda ( em defesa do MPLA - usurpador do poder em Luanda em 1975) ... Não se esqueça de que o conflito recente na Guiné Bissau engloba gente ligada ao narcotráfico no Equador,Venezuela, na Colombia... zona das FARC e similares...
Não se esqueça que a Descolonização Portuguesa foi efectuada no periodo final da detente, logo,na pujança do imperialismo soviético-cubano ( não foi por acaso que nas ex-colónias portuguesas brotaram regimes pró soviéticos...) e por pouco .. não fosse o 25 de Novembro - Franck Carlucci, Pires Veloso, Ramalho Eanes e Mário Soares... seriamos mais uma "coutada" do imperialismo sovietico cubano sob a batuta dos SUV- "força força companheiro Vasco" /Otelo Saraiva de Carvalho...

Seria Bom que não esquecesse o historial das "FP 25"...
E que também se lembrasse
que em Africa apenas a Etiópia foi sempre independente, e que a Libéria foi o primeiro pais africano a se tornar independente, em virtude dos Estados Unidos no final do Sec. XIX terem adquirido o território para devolver à Africa os descendentes norte americanos dos escravos que quisessem regressar ao continente mãe... e que o Segundo País a ser independente em Africa foi O "Estado Livre do Orange" em 1902, na sequencia da Guerra dos Boers - africans brancos descendentes de holandeses e ingleses .contra Sua Magestade a Coroa Britãnica.. e mais tarde dando origem à Africa do Sul...
Portugal precipitou-se ao descolonizar atabalhoadamente .. e não foi por culpa de Salazar nem de Caetano que a descolonização foi vergonhosa...Mas sim por culpa dos" colonialistas metropolitanos" por culpa daqueles senhores fardados que viveram e engordaram à custa do regime do Estado Novo e que no dia seguinte ao 25 de Abril de 1974. já eram mais anti fascistas que os verdadeiros anti-fascistas que ainda estavam no exilio ou nas cadeias da Pide... essa gente do "revira casaca" ..que é o motor para os saneamentos politicos nas escolas e universidades, e nos quarteis, essa gente tem o sangue inocente nas suas mãos, das vitimas da descolonização mal feita, Portugal tinha condições de fazer outra descolonização (porém não beneficiaria a URSS, nem Cuba...), e se o não pudesse sozinho podia pedir auxilio às Nações Unidas... foi o que veio a fazer decadas mais tarde no caso de Timor Leste....
Senhor Romeu, sobre a Descolonização, diga toda a verdade ou não faça figura triste ( mas se quiser continue como quiser- estamos num país ainda livre..eh! eh! além de que devo a si ter podido rebater este tema...).. é que ainda há muita gente viva que sabe toda averdade e sofreu na pele os erros do Processo de Descolonização... Savimbi Morreu !!! Mas felizmente deixou livros escritos... E Savimbi não era colono, nem colonialista.... Ah! E ombreou com Che Guevara no tempo da Upa...
renato gomes pereira


Este texto abaixo foi publicado no Jornal Terras do Ave - versão on-line...

A África, a Guerra e a Democracia

Romeu C. Reis

A Guiné foi cenário há pouco tempo de mais um episódio dramático em que perderam a vida o presidente Nino Vieira e o chefe do Estado Maior das Forças Armadas.É um acontecimento sem dúvida para lamentar que, somado ao narcotráfico, ao rapto frequente de crianças, à corrupção, nos deixa a meditar sobre a consistência, ou inconsistência, da estrutura institucional do Estado guineense.Perante isto, houve quem fosse peremptório a afirmar de imediato que a Guiné é um Estado falhado; e não se ficaram por aqui, ensaiaram logo a explicação de que tudo se devia ao processo de descolonização.No seu parecer, países houve que, sendo anteriormente colonizados por outras potências, que agiram melhor que Portugal, não ficaram nesta situação de difícil governabilidade e democracia frustrada.Com isto, dir-se-ia que mais não se pretende que não seja repisar a velha acusação de toda a direita portuguesa de que os processos de descolonização das colónias portuguesas foram um fracasso, por culpa dos que detinham o poder político no período que se seguiu ao 25 de Abril.Sobre isto, e para não nos alongarmos muito e não nos repetirmos também, lembremos apenas que descolonizações como as que ocorreram nas colónias portuguesas não são feitas unilateralmente pelo colonizador, nem se cozinham com ingredientes à escolha do cozinheiro. Em Angola, Moçambique, Guiné, Timor havia forças organizadas e armadas que controlavam já partes importantes dos respectivos territórios, e este factor exigia também que todas as descolonizações fossem negociadas de imediato e negociadas todas ao mesmo tempo, por ser insustentável para o país prolongar a situação de guerra e porque o colonialismo viola o direito internacional, e o novo regime democrático só podia agir de acordo com o direito internacional, sob pena de se desacreditar como regime.Os portugueses têm obrigação de saber que as descolonizações não se fazem quando se quer e como se quer, e, se porventura se esqueceram, lembrem-se do que aconteceu com Goa, Damão e Diu (o Estado da Índia, como a ditadura lhe chamava) que, no espaço de uns dias, foram ocupados pela Índia, sem que sequer nos tenham pedido licença para isso, vejam lá. Pior descolonização do que esta, concordarão os comentadores a que nos estamos a referir, é que certamente não há!Mas, voltando à Guiné e à sua situação actual, convém que os referidos comentadores não se esqueçam, pelo menos, de olhar em volta para os demais países africanos, porque, o que se vem escrevendo sobre a falência da democracia e do Estado guineense pode ser dito, e é-o efectivamente, da generalidade desses países.O que é preciso é ter presente que nestas questões tem que se ter em conta aquilo a que se pode chamar o espaço/tempo histórico-económico-civilizacional. Tal como não podemos pegar nos modos de produção e nas instituições económicas e políticas de uma sociedade tribal e aplicá-las numa sociedade capitalista desenvolvida, também o contrário não pode ser feito.A cada fase do desenvolvimento económico dos povos correspondem formas próprias de organização da economia, das instituições sociais e das estruturas do poder político.Na generalidade dos países africanos, o desenvolvimento industrial é muito incipiente e não há perspectivas de que a situação se modifique a curto, a médio e mesmo a longo prazo; não há uma vasta burguesia que faça da democracia ocidental a sua bandeira, como forma de combater as formas de exercício do poder anteriormente vigentes e impor instituições que potenciem o estabelecimento de relações de produção capitalistas.Tal só poderá vir a acontecer se antes se registar um longo percurso de desenvolvimento.Mas, para mal dos africanos, os seus países, saqueados e ressaqueados, por colonialistas e neocolonialistas, vivem, na sua maioria, em quase completa estagnação.Em vez de saúde e comida, querem-lhes dar democracia capitalista, mas parece-nos que eles só a aceitariam… … se isso fosse de comer…

tags: descolonização

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ANTITUDO

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 http://led.pt

EM BREVE AQUI:  Associação Liberdade na Era Digital

LED

ASSOCIAÇÃO LIBERDADE NA ERA DIGITAL

info@led.pt

MANIFESTO

PELA LIBERDADE DE EXPRESSÂO E PELA PRIVACIDADE DO CIDADÃO CONTRA AS INTROMISSÕES DO ESTADO  ·  PELA LIBERDADE DAS IDEIAS E PELO EQUILÍBRIO DO SISTEMA DE DIREITO INTELECTUAL

— defender a liberdade de expressão dos indivíduos e dos grupos contra todas as tentativas de limitação ou criminalização;

— lutar contra todas as tentativas do Estado de impor ao cidadão a obrigação ou o ónus de prestar mais informação pessoal do que a estritamente necessária para um funcionamento são da sociedade, ou de obter por qualquer outra via essa mesma informação;

— lutar contra qualquer intromissão do Estado na esfera de privacidade do indivíduo, designadamente através da criminalização de condutas que não firam direitos ou interesses legítimos de terceiros;

— contrariar toda a tentativa estatal de se afastar do direito penal do facto em direcção ao direito penal do agente, designadamente pela criminalização de actos que, não lesando qualquer interesse ou direito legalmente protegido, se limitem a propiciar ou facilitar a ulterior prática de um crime;

— pugnar por uma legislação de direito intelectual que respeite o equilíbrio tradicional entre a concessão de direitos de exclusivo e a liberdade de criação, invenção, acção e informação do público em geral;

— rejeitar a protecção, por via legal, de medidas tecnológicas que tenham por objectivo ou resultado impedir o utilizador de exercer os seus direitos legais;

— combater a extensão do direito de autor a realidades sem qualquer mais valia criativa;

— combater a extensão da patenteabilidade além do campo geral definido na Convenção de Munique, designadamente o seu alargamento aos programas de computador, aos métodos de negócio, às apresentações de dados e aos algoritmos;

— denunciar a prática contra legem das agências de concessão de direitos privativos em matérias como a patenteabilidade do software e dos métodos de negócio;

— combater a amputação, pela via contratual, de direitos do utilizador legalmente construídos como limites ou excepções aos direitos privativos;

— apoiar e desenvolver modelos de licenciamento que garantam os citados equilíbrio e promovam um efectivo e generalizado progresso científico e artístico;

— apoiar as iniciativas que possam contribuir para a acessibilidade e gratuitidade do conhecimento humano;

— divulgar informações e meios que permitam às pessoas a defesa dos seus direitos na sua conduta do dia-a-dia.

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— defender a liberdade de expressão dos indivíduos e dos grupos contra todas as tentativas de limitação ou criminalização;

— lutar contra todas as tentativas do Estado de impor ao cidadão a obrigação ou o ónus de prestar mais informação pessoal do que a estritamente necessária para um funcionamento são da sociedade, ou de obter por qualquer outra via essa mesma informação;

— lutar contra qualquer intromissão do Estado na esfera de privacidade do indivíduo, designadamente através da criminalização de condutas que não firam direitos ou interesses legítimos de terceiros;

— contrariar toda a tentativa estatal de se afastar do direito penal do facto em direcção ao direito penal do agente, designadamente pela criminalização de actos que, não lesando qualquer interesse ou direito legalmente protegido, se limitem a propiciar ou facilitar a ulterior prática de um crime;

— pugnar por uma legislação de direito intelectual que respeite o equilíbrio tradicional entre a concessão de direitos de exclusivo e a liberdade de criação, invenção, acção e informação do público em geral;

— rejeitar a protecção, por via legal, de medidas tecnológicas que tenham por objectivo ou resultado impedir o utilizador de exercer os seus direitos legais;

— combater a extensão do direito de autor a realidades sem qualquer mais valia criativa;

— combater a extensão da patenteabilidade além do campo geral definido na Convenção de Munique, designadamente o seu alargamento aos programas de computador, aos métodos de negócio, às apresentações de dados e aos algoritmos;

— denunciar a prática contra legem das agências de concessão de direitos privativos em matérias como a patenteabilidade do software e dos métodos de negócio;

— combater a amputação, pela via contratual, de direitos do utilizador legalmente construídos como limites ou excepções aos direitos privativos;

— apoiar e desenvolver modelos de licenciamento que garantam os citados equilíbrio e promovam um efectivo e generalizado progresso científico e artístico;

— apoiar as iniciativas que possam contribuir para a acessibilidade e gratuitidade do conhecimento humano;

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Terça-feira, 13 de Outubro de 2009

Santuário de Fátima - Página Oficial

 

Santuário de Fátima - Página Oficial

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Santuário de Fátima - Página Oficial

 

Santuário de Fátima - Página Oficial

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Segunda-feira, 12 de Outubro de 2009

método de Hondt

 

Método de Hondt - aplicação didactica face aos resultados da freguesia de Argivai 2009
autor. Renato Gomes Pereira nove deputados a atribuir
Partido resultado divide por 1 por 2 por 3 por 4 por 5 …até 9..
PPD-PSD 470 470 235 156,66 117,5 94
PS 405 405 202,25 135 101,25 81
UEA 379 379 189,5 126,33 94,75
CDU 39 39

o que tiver o maior resultado da divisão põe o deputado:

PSD 1º- 470 4º - 235 7º- 156,66

 

PS 2º -405 5º- 202,25

 

8º – 135

UEA - 379 6º -189,5 9º -126,33
publicado por ANTITUDO às 09:38
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